| Município do Recife | |||||
| "Veneza Brasileira" | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 12 de março | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 1537 | ||||
| Gentílico | recifense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | João Paulo Lima e Silva (PT) | ||||
| Localização | |||||
| Estado | |||||
| Mesorregião | Metropolitana do Recife | ||||
| Microrregião | Recife | ||||
| Região metropolitana | Recife | ||||
| Municípios limítrofes | Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata, Camaragibe, Paulista e Olinda. | ||||
| Distância até a capital | Não disponível | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 217,494 km² | ||||
| População | 1.533.580 hab. est. IBGE/2007 [1] | ||||
| Densidade | 7.051,14 hab./km² | ||||
| Altitude | 4 metros | ||||
| Clima | tropical Aw | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,797 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 16.664.468 mil (BR: 17º) IBGE/2005 [2] | ||||
| PIB per capita | R$ R$ 11.102,00 IBGE/2005 [2] | ||||
O Recife é a capital do estado brasileiro de Pernambuco.
Apesar de a vizinha Olinda ter sido a primeira capital da capitania de Pernambuco, o Recife, fundado em 1537, é a mais antiga das capitais brasileiras. Localizada às margens do oceano Atlântico, tem uma área de 217,494 km² e uma população de 1,53 milhões de pessoas (ou 3,73 milhões, contando a área metropolitana).[1][3]
Sua região metropolitana compreende, além da capital pernambucana, catorze cidades do Grande Recife.
Tradicionalmente, o nome da cidade dentro de frases é acompanhado de artigo masculino, como acontece com os municípios do Rio de Janeiro, do Crato e do Cabo de Santo Agostinho. A esse respeito, muitos intelectuais recifenses e pernambucanos já se pronunciaram, entre eles Gilberto Freyre, em seu livro O Recife sim, Recife não, em 1960 [4].
Índice |
A cidade foi fundada pelos portugueses em 1537 e permaneceu portuguesa até a independência do Brasil, com a exceção de um período de ocupação holandesa no Século XVII, entre 1630 e 1654, a maior parte do tempo sob o governo de Maurício de Nassau ('Mauritsstad'). A aldeia foi elevada a vila e conselho com o nome de Santo Antônio das Cacimbas do Recife do Porto em 1709, e tornou-se cidade em 1823. Durante os anos anteriores à invasão da Companhia das Índias Ocidentais, o povoado do Recife existiu apenas em função do porto e à sombra da sede Olinda, local que a aristocracia escolheu para residir devido à sua localização previamente fortificada, segundo a concepção portuguesa. Por isso mesmo, ergueram-se fortificações e paliçadas em defesa do povoado e do porto do Recife, todas elas voltadas para o mar. Conclui-se, dessa forma, que os nativos não representavam ameaça maior aos colonos. Os temores voltavam-se para o oceano por conta dos constantes ataques ao litoral da América Portuguesa pela navegação de corso e pirataria. Ainda no final do século XVI o "povo dos arrecifes" foi atacado e saqueado pelo pirata inglês James Lancaster, que, com três navios, derrota a pequena guarnição responsável pela defesa do porto, a qual contava com apenas sete peças de artilharia forjadas em bronze. Entre os anos de 1620 e 1626 o então governador Matias de Albuquerque procura estabelecer posições fortificadas no porto do Recife a fim de que se pudesse evitar outro ataque como aquele, bem como dissuadir a Companhia das Índias Ocidentais da idéia empreendida na Bahia em 1624.
Mauritsstad, Mauritiópolis ou 'Mauricéia foi a capital do Brasil holandês e fica onde hoje é a cidade do Recife, e foi governada na maior parte do tempo pelo conde alemão (a serviço da Coroa dos Países Baixos) Maurício de Nassau (em alemão Johann Moritz von Nassau-Siegen; em neerlandês Johan Maurits van Nassau-Siegen). Foi a maior metrópole da América do Sul no século XVII, e durante o governo nassoviano contou com a segunda melhor malha viária das Américas, perdendo apenas para a Filadélfia.
Desembarcando na Nieuw Holland, a Nova Holanda (o Nordeste do Brasil) acompanhado com uma equipe de arquitetos e engenheiros, o conde se empenhou na construção da Maurisstad, a cidade Maurícia. Célebres por aplacar as tiranias do Mar do Norte, os técnicos de Nassau, "arquitetos da cultura", devem ter achado bem mais fácil domar os desatinos do rio Capibaribe e secar os mangues e os pântanos circunvizinhos à minúscula Recife de então. Foi deles o projeto de dotar a cidade de pontes, diques e canais que permitiram-na defender-se das águas desordeiras que a cercavam.
A intenção dele era fazê-la estupenda, a capital do império holandês das Américas (composto então por uma cadeia de fortalezas que iam do Forte Schoonenburg, no Ceará, até o Forte Maurits, na embocadura do rio São Francisco, ao sul de Alagoas, uns 1500 km mais ao sul). E isso sem mencionar os seus domínios africanos que englobavam uma série de feitorias na Guiné e Angola situadas no outro lado do Atlântico. Controlando diretamente o açúcar simultaneamente às bocas do tráfico negreiro, o "ouro doce" ficava inteiramente nas mãos da WIC (West Indische Compagnie), a grande empresa holandesa daqueles tempos, a quem ele representava como General-governeur (de 1637 a 1644).
Enquanto na Europa monarcas católicos e protestantes se enfezavam na terrível Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), João Maurício, principe partidário da tolerância, criou em Pernambuco o único espaço em que, deveras, se permitiu a liberdade religiosa, autorizando o funcionamento das igrejas católicas e da sinagoga judaica (aberta em 1642, a primeira da América do Sul), num raro convívio harmônico com os templos calvinistas.
De fato, ele não era apenas um narcisista. Era um humanista renascentista, um entusiasta da ciência e das belas artes. Ao embarcar para o Brasil, em outubro de 1636, na frota não vieram apenas soldados, mas por igual, seguindo as pegadas de Alexandre o Grande na Ásia, trouxe uma plêiade de naturalistas e pintores. Com eles fazia suas caminhadas pelo litoral e pelo sertão de Pernambuco para satisfazer sua imensa curiosidade pelo país recém conquistado.
Enquanto Frans Post e Albert Eckhout imprimiam em telas memoráveis as paisagens e os "exóticos" habitantes da província açucareira, usando na composição delas o que havia de melhor e mais avançado entre os equipamentos de observação da época ( são os únicos testemunhos pictóricos do Brasil do século XVII), dois outros homens de ciência, o médico Willem Piso e o naturalista alemão Georg Marggraf, lançaram-se no estudo da farmacopéia local, das doenças tropicais, da fauna e da flora de um modo geral. Enquanto isso, o arquiteto Pieter Post, irmão de Frans, erguia à sombra da floresta, o estupendo palácio de Freeburg, sede do poder de Nassau na Nova Holanda e também o prédio do observatório astronômico, tido como o primeiro do Novo Mundo.
Anos depois, já de volta à Holanda, o dr. Piso publicaria a monumental Historia Naturalis Brasiliae, em 1648. Obra que, mais tarde, inspirou as atividades dos naturalistas Alexander von Humboldt e Auguste de Saint-Hilaire. A expedição cientifica de Nassau, que encerrou-se com a volta dele para a Holanda em 1644, depois dele ter-se desentendido com a Companhia, foi a única que o Brasil até então conhecera. Organizou então um livro que registrasse os seus profícuos anos que passou no Brasil, contando para tanto com a colaboração de Caspar Barlaeus, autor da "Rerum per octenium in Brasilia..." editado em 1647. Outra expedição científica de igual importância somente deu-se com a chegada da Missão Francesa, em 1819, nos tempos de D. João VI, 175 anos depois!
Residindo por fim em Haia, João Maurício, que no seu diário deixou páginas de embevecimento com os anos estimulantes e produtivos que passou no Brasil, tornou a sede do Stadhouder, o palácio do governo holandês, no Mauritshuis, uma galeria de arte. Conviveu lá com as obras-primas de Vermeer, de Rembrandt, de Frans Hals, e de tantos outros gênios seus contemporâneos. Há pouco, no 17 de junho passado, três cidades celebraram os 400 anos do nascimento dele, ocorrido em 1604: Dillenburg, na Alemanha, sua cidade natal; Recife, no Brasil, que ele transformou; e Haia, na Holanda, onde ele administrou. Para muitos, que denominaram a administração Nassau como "parênteses luminoso", foi um dos poucos governos sérios que o Brasil teve nos seus três séculos de colônia dos europeus [5]
O Recife é conhecido como "Veneza Brasileira" - graças à semelhança fluvial com a cidade européia. Cercado por rios e cortado por pontes, é cheio de ilhas e mangues que magnificam sua geografia. Ali acontece o encontro dos rios Beberibe e Capibaribe que deságuam no Oceano Atlântico. A cidade conta com dezenas de pontes, entre elas a mais antiga do Brasil, a ponte Maurício de Nassau.
A altitude média em relação ao nível do mar é de 4m, porém há algumas áreas da cidade que se localizam abaixo do nível do mar. A cidade se localicaliza na latitude de 8º 04' 03S e longitude de 34º 55' 00O.
O Recife tem um clima tropical, com alta umidade relativa do ar. Apresenta temperaturas equilibradas ao longo do ano devido à proximidade da cidade em relação ao mar. Janeiro possui as temperaturas mais altas, sendo a máxima de 30°C e a mínima de 25°C, com muito sol. Julho possui as temperaturas mais baixas, sendo a máxima de 27°C e a mínima de 20°C, tendo muita chuva. A temperatura média anual é de 25,2°C.
| Gráfico climático para o Recife | |||||||||||
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| J | F | M | A | M | J | J | A | S | O | N | D |
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53
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84
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25
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160
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24
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221
29
24
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267
28
23
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277
28
23
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254
27
22
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152
27
22
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64
28
23
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25
29
24
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25
29
24
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28
29
25
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| Temperaturas em °C • Precipitações em mm | |||||||||||
| Gráfico climático para Recordes | |||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| J | F | M | A | M | J | J | A | S | O | N | D |
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53
34
22
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84
34
21
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160
34
21
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221
34
21
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267
32
21
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277
32
19
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254
31
18
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152
31
18
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64
32
19
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25
33
20
|
25
33
21
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28
33
21
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| Temperaturas em °C • Precipitações em mm | |||||||||||
O Porto do Recife localiza-se no Recife Antigo, ao lado da Praça Rio Branco (Marco Zero). No período holandês, o porto era um dos mais desenvolvidos do Brasil.
Aeroporto Internacional dos Guararapes- Gilberto Freyre.
O Recife foi palco da inauguração do primeiro sistema urbano de transporte sobre trilhos, a chamada Maxambomba.. Antes, o sistema de transporte era atendido por bondes puxados por burro. A maxambomba foi substituída por bondes elétricos no século XX. Em 1960, os bondes foram substituídos por ônibus elétricos. Paralelamente, houve a implantação de transporte por Ônibus.
As linhas de trem da Great Western, antecessora da Rede Ferroviária Federal, também faziam o transporte público urbano. Foram substituídas pelo Metrô do Recife. [6]
Segundo estimativas de 2007 do IBGE, o Recife possuía 1.533.580 habitantes em uma área de 217,494 km², o que resulta em uma densidade demográfica de 7.051,17 hab./km². Em 2005, registrou-se um PIB nominal de R$ 16.664.468 mil (e per capita de R$ 11.102,00). [2]
Bairros mais populosos: Boa Viagem (100.388 hab), Casa Amarela (69.134 hab), Várzea (64.512 hab)
Taxa de alfabetização da população de 5 anos ou mais: 86,61%
Proporção de crianças alfabetizadas na faixa de 5 a 9 anos: 55,70%
Proporção de crianças alfabetizadas na faixa de 10 a 14 anos: 92,47%
Composição etária da população (2000):
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Com um PIB de mais de dezesseis bilhões de reais, a economia é majoritariamente de comércio, prestação de serviços e do Turismo.
A Região Metropolitana do Recife é a mais populosa do Nordeste e a quinta maior do Brasil, segundo dados oficiais do IBGE/2007.
Taxa de crescimento geométrico anual: 1,09 (2000/2007)
Bairros com maiores taxa de crescimento geométrico anual (1991/2000): Sítio dos Pintos (9,92), Caçote (6,56) e Passarinho (6,47).
Bairros mais densos: Alto José do Pinho (299,57); Brasília Teimosa (292,78); Mangueira (290,05)
A maioria dos brancos da cidade é de ascendência portuguesa e holandesa[9]. As pessoas pardas são uma mistura de europeu com o negro e índio, variando de claro a escuro, podendo ter uma pele amarelada ou marrom. As pessoas negras são de ascendência africana. Aqueles de origem asiática ou indígena são o menor grupo étnico da cidade.
Cidade que guarda grandes riquezas histórico-culturais e belas praias urbanas, o Recife atrai turistas de todo o mundo. Destacam-se entre os motivos desta atração as manifestações culturais como o Carnaval e o São João.
O Recife é uma cidade multicultural, com músicas e danças de origem africana, indígena e brasileira em seu carnaval.
Como resultado da abundância cultural, vêm títulos curiosos, como o de abrigar a maior agremiação carnavalesca do mundo - o Galo da Madrugada, do qual se estima que participem dois milhões de pessoas (mais que a população da cidade) vindas de todo o Brasil.
Num passeio de barco, o turista vai conhecer o Parque das Esculturas de Francisco Brennand. Existe, também, o museu do Instituto Ricardo Brennand. Ao longo do ano, ocorrem diversas exposições no Centro de Convenções, que é o segundo maior do Brasil, entre elas a Bienal do Livro.
Existem, também, as praias de Boa Viagem, Pina e Brasília Teimosa.
| Comércio |
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| Indústria |
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| Impostos |
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O Recife teve um PIB de aproximadamente 16,7 bilhões de reais em 2005. [11] O PIB per capita da cidade atingiu 11.102 reais. Dois terços do PIB do Recife são do comércio e serviços, evidenciando a vocação da cidade para o setor. O PIB da cidade corresponde a um terço do PIB total do estado. O grande desenvolvimento de alguns ramos fez nascer na cidade pólos de excelência.
Principalmente por conta do Porto Digital, que abriga diversas empresas, o Recife é considerado um dos mais importantes pólos de tecnologias da informação do Brasil. O Porto Digital, que abriga cerca de cem empresas, entre elas multinacionais como Motorola, Borland, Informe Air, Oracle, Sun e Nokia, é reconhecido pela A. T. Kearny como o maior parque tecnológico do Brasil em faturamento e número de empresas, [12] gerando três mil empregos e participando com 3,5% do PIB do Estado de Pernambuco, com um superávit anual de 9,6 milhões de reais.
Um terceiro destaque está na forte indústria de construção civil, uma das maiores do País. Segundo o site Emporis, o Recife tem cerca de 1.316 arranha-céus[13] (considerados pelo website prédios acima de doze andares). A cidade é superada neste indicador apenas por São Paulo e Rio de Janeiro, que têm áreas municipais mais de cinco vezes superiores a ela.
O Shopping Center Recife, o maior centro de compras do Norte/Nordeste[14], conta com 465 lojas, dez salas de cinema, oito restaurantes, quatro praças de alimentação, e mais de cinco mil vagas de estacionamento. Um de seus grandes diferenciais e atrativos é o Pátio das Esculturas, uma das maiores áreas de exposições múltiplas do Nordeste. Há também os centros de compra Shopping Center Tacaruna, Plaza Shopping Casa Forte, Shopping Paço Alfândega e Shopping Boa Vista.
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| Faixa etária | Analfabetos(%) | |
|---|---|---|
| < 15 anos | ||
| > 15 anos | 10,55% | |
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| Alunos matriculados | Professores | |
|---|---|---|
| Fundamental | 282.305 | 12.097 |
| Médio | 97.687 | 5.262 |
O Recife dispõe do mais importante pólo médico do Norte/Nordeste e o segundo maior do Brasil[15]. Formado por 417 hospitais e clínicas, esse pólo médico oferece um total de 8,2 mil leitos e, segundo o Sindicato dos Hospitais de Pernambuco, registrou em 2000 um faturamento de 220 milhões de reais. É graças ao pólo que Pernambuco dispõe, proporcionalmente, de mais aparelhos de tomografia computadorizada do que países como o Canadá ou a França[16]. Boa parte dos modernos hospitais que integram o pólo está localizada entre os bairros do Derby e da Ilha do Leite.
Dados da saúde de acordo com o IBGE:
Para atender às novas necessidades da metrópole, os governos federal, estadual e municipal, mais diversos órgãos e empresas nacionais e internacionais, estão trabalhando em conjunto para a transformação de vários setores do Recife. Habitação, transporte, turismo, lazer, segurança, meio-ambiente e cultura são os principais aspectos explorados pelas novas obras e projetos.
Os estudos foram realizados pela empresa portuguesa Parque Expo, que desenvolveu o projeto da Expo '98 em Lisboa, Portugal.
Também serão feitos investimentos complementares no tratamento de águas, administração de aterros sanitários, reabilitação de terrenos e criação de áreas de recreação. O projeto também buscará fortalecer a capacidade institucional do estado e dos governos locais para planejar, implementar e gerenciar serviços descentralizados de infra-estrutura. O Prometrópole focaliza não apenas os investimentos físicos, mas também busca maneiras para se evitar a formação de assentamentos irregulares, racionalizando os mercados de terra e regularizando a posse em áreas de baixa-renda. O custo total do projeto será de 84 milhões de dólares, dos quais o Banco Mundial financiará 46 milhões de dólares. O governo do estado de Pernambuco e os municípios do Recife e de Olinda participarão com uma contrapartida de 38 milhões de dólares. Este empréstimo de Investimento Específico do BIRD, financiado em moeda única com base na LIBOR, têm um período de carência de cinco anos e um prazo de quinze anos.
A principal característica da Via Mangue é a compatibilidade entre a preservação do meio ambiente e a melhoria do trânsito. Outro objetivo importante é a inclusão social, pois o projeto prevê a retirada, relocação e construção de moradias para cerca de 1.100 famílias residentes em áreas críticas.
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| 1991 | 2000 | |
|---|---|---|
| Renda | 0,726 | 0,770 |
| Longevidade | 0,676 | 0,727 |
| Educação | 0,818 | 0,894 |
| Total | 0,740 | 0,797 |
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| Domicílios (%) | |
|---|---|
| Água | 88,0% |
| Esgoto sanitário | 78,1% |
| Coleta de lixo | 96,2% |
Hotel: Hotel Carnaval 2010, Hotel Fazenda, Hotel Ibis, Hotel São Paulo, Hotel Rio de Janeiro, Hotel Paris, Hotel Nova York, Hotel Brasília, Hotel Porto Alegre, Turismo GLS, Resorts
Pousada: Pousada Salvador, Pousada Búzios, Pousada Fortaleza, Pousada Paraty, Pousada Gramado, Pousada Porto Seguro, Pousada Ubatuba, Pousada Porto de Galinhas, Albergue
Passagens Aéreas: TAM, Gol, Azul, OceanAir, Trip, Webjet, American Airlines, Continental Airlines, Delta Airlines, UnitedAirlines, Ponte Aérea Rio-São Paulo, Passagens Aéreas Promocionais
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