Sobre Florença

  • Conheça Florença, o berço das artes, capital cultural da região de Toscana. Sinta o charme da Piazza della Signoria e da Ponte Vecchio, acima do Rio Arno. Saiba mais da história antiga do Velho continente e visite a Catedral de Florença, o Palácio Velho, Palazzo Pitti e Strozzi, o Museu Nacional de San Marcos e todo o Centro Histórico de Florença. Além da Galeria de la Academia de Florencia, a Basílica de Santa Maria Novella, a Piazza della Repubblica e o Duomo de Santa Maria del Fiore.

  • Clima e População

    O tipo de clima predominante é o mediterrâneo. As temperaturas variam no inverno entre 0º C e 6º C e entre 20ºC e 35º Celsius no verão.

    A primavera e o outono estão marcados por freqüentes precipitações, mas é no início do outono, em setembro, que começa uma das melhores épocas do ano para se conhecer a cidade. Isso porque ela não está tão lotada quanto no verão. Logo, os pontos turísticos, os restaurantes e atrações ficam menos cheios do que em outras épocas do ano.

    Mesmo nas épocas mais quentes, como em setembro, não deixe de levar agasalho. O clima europeu, mesmo no calor, é mais úmido e frio, e na Itália não é diferente. No outono, as precipitações de chuvas são freqüentes.

    Existem quase 400 mil habitantes na cidade, o que a torna a maior da região da Toscana. Outra época boa para conhecer melhor os moradores é entre março e junho, quando a temperatura média fica por volta de 20º Celsius e os programas mais fáceis para se realizar.

  • Pontos Turísticos

    A catedral Santa Maria del Fiore, conhecida também como Duomo, é um dos cartões-postais de Florença. Toda feita de mármore, ela é a quarta maior da Europa. Sua conhecida cúpula alaranjada (o Duomo) e seu batistério (local onde são realizados alguns ritos do cristianismo, como o batismo), com portões de bronze, encantam qualquer um que visite a igreja. Subir os degraus até o topo é fundamental porque é dali que se descortina uma vista incrível de toda a cidade.

    A Piazza della Signoria é uma daquelas praças em que o passar do tempo não é percebido. Ela foi por muito tempo o coração político e social da cidade. Davi, a escultura original de Michelangelo, ficou exposto até 1873 nessa praça, que ainda é ponto de encontro, mas de turistas dessa vez. Eles se aglomeram ao redor da Fontana di Nettuno, das estátuas monumentais - inclusive da cópia da escultura original de Davi - e do Palazzo Vecchio, uma construção do século 13.

    A Galleria degli Uffizi é o maior espaço de arte gótica e renascentista da Itália. Esse museu foi construído no século XVI e o seu acervo reúne obras-primas que só poderão ser encontradas em Florença. Algumas delas são O Nascimento de Vênus, de Botticelli; Adoração dos Magos, de Leonardo Da Vinci; e Sagrada Família, de Michelangelo. As filas costumam ser grandes e o ideal é visitar esses locais em períodos do ano menos movimentados ou se adiantar no dia da visita para garantir uma entrada rápida.

    Outros exemplos de galerias e museus que merecem um tempo da viagem são a Galleria Palatina, a Galeria dell’ Accademia, o Museo di San Marco, o museu Bargello, equivalente à galeria Uffizi, mas no campo das esculturas. Ele é muito menos concorrido que a famosa galeria que abriga os afrescos históricos do Renascimento, mas não menos importante. Há uma coleção admirável de peças de Donatello, Michelangelo, Cellini e Giambologna, entre outros.

    As pontes da cidade fazem parte da arquitetura que torna Florença uma cidade única, sem comparações em termos de monumentos e mobiliários urbanos. A Ponte Vecchio é a mais antiga, com data de construção de 1345. O projeto foi de Taddeo Gaddi, um dos alunos de Giotto. Ela é a única "sobrevivente" das destruições durante a Segunda Guerra Mundial. Assistir ao pôr-do-sol pode ser um programa concorrido devido à quantidade de turistas que buscam fazer o mesmo. Mas a vista é compensatória!

  • Atrações e Programas

    Um bom programa em Florença é sair para conhecer os palácios. São mais de 50 edifícios desse tipo, sendo que alguns deles serviram de moradia para importantes famílias, como os Médici – que governaram a cidade por séculos.

    Exatamente por esse histórico familiar que o palácio Pitti e a galeria de arte que ele abriga são atrações imperdíveis. A pinacoteca do Pitti é uma das mais importantes da Itália, com obras de artistas como Boticelli e Filippo Lipi, que produziram para duas das mais imporantes famílias que residiram lá: os Médici e os Lorena.

    O projeto do edifício foi assinado por Brunelleschi, considerado o arquiteto responsável pela primeira obra arquitetônica do Renascimento. Subir até algum apartamento real e admirar a vista que dá para o rio Arno e a ponte Vecchio é impressionante. Além disso tudo, hoje ele abriga outros pontos que são grandes atrações da cidade, como o Museu da Porcelana, o Museu da Prata, a Galeria Palatina, o Museu do Vestuário, o Museu de Arte Moderna e os jardins Boboli.

    A cidade conta também com a Biblioteca Nacional Central, onde é possível encontrar exemplares de todos os livros publicados na Itália desde 1870. A visita a esse mundo de livros impressiona pela quantidade do acervo. Os estabelecimentos de ensino italiano reforçam o turismo na cidade, que conta unidades de importantes universidades de outros países, como as de Harvard e de Grenoble. O curioso é que ambas são dedicadas ao estudo do Renascimento.

    Encravado na praça, o Palazzo Vecchio, sede da prefeitura, foi palco de conspirações, assassinatos e golpes variados. O passeio até ele rende um clima histórico de pura tensão! No Vecchio eram punidos com forca, fogueira ou espada os inimigos e ex-amigos suspeitos de conspirar contra os Medici.

    O corredor Vasariano, uma passagem de 800 metros que liga a galeria Ufizzi, dá uma excelente dimensão sobre como era o clima político na cidade. Esse corredor servia de passagem segura para os governantes evitarem ataques surpresa. As paredes inspiradas pelo medo abrigam obras magníficas em toda a sua extensão.

    Florença é famosa por alguns eventos culturais que ocorrem todos os anos. Eles são uma ótima opção de diversão quando a viagem acontece no período de realização dessas festas, como o Scoppio dal Carro (domingo de Páscoa), o Calcio in Costume (junho), a Settimana dei Beni Culturali (uma semana em abril ou maio quando a entrada em todos os museus públicos é gratuita) e a Festa de San Giovanni (junho).

  • Vida Noturna

    A vida noturna em Florença não é movida a badalações. Os melhores locais para curtir a noite dependem do tipo de programa.

    Os cafés, por exemplo, são excelentes para um fim de tarde e início de noite, ainda mais numa sexta-feira. Os florentinos costumam buscar algum café na Piazza della Reppublica, que fica no centro, e permanecem do lado de fora pra curtir o clima da cidade e beber um cappuccino ou café com leite gelado.

    Em algumas casas, o programa típico e bastante conhecido são os shows ao vivo. Algumas boates que oferecem esse programa ficam localizadas próximas ao museu Bargello, perto do centro. Os hits italianos e norte-americanos são os mais executados pelas bandas, que reúnem uma galera diversificada tanto no bar quanto nas pistas de dança dessas casas de show.

    Alguns barzinhos, como os que ficam na Piazza Pitti, costumam ficar bastante cheios. A regra pra quem freqüenta esses lugares à noite é saborear um bom vinho a um preço bastante acessível, sem que a bebida deixe a desejar.

    O Teatro Verdi é uma excelente opção para a falta de baladas. Ele é a casa de ópera e balé de Florença e entre janeiro e abril, aos domingos, sempre há shows.

  • Gastronomia

    A cozinha da região da Toscana, onde fica Florença, está entre as mais saudáveis e gostosas de toda a Itália. Ela é conhecida como mediterrânea, pois os produtos locais estão presentes na boa mesa em qualquer restaurante local, com queijos, carnes e peixes.

    Um dos pratos típicos mais conhecidos é o La Ribolitta, que é um ensopado feito com várias hortaliças e ervas aromáticas. A tradição diz que essa sopa fica mais gostosa quando saboreada no dia seguinte, depois de ser requentada. A palavra ribolitta significa referver e daí vem o nome do prato.

    Dentro dos pratos mais tradicionais, também estão a lasanha, em toda a Toscana, ou os raviollis, a sopa de cebola e a sopa de tomate na própria Florença.

    Para os turistas não faltarão opções, que vão desde os restaurantes especializados em outros tipos de cozinhas, como a culinária internacional, passando pelas típicas pastas e pizzarias, até exótica culinária asiática.

  • Transportes

    A cidade não é extensa e, por ser plana, a melhor maneira para circular dentro dela e conhecê-la é a pé. O número de pontos turísticos concentrados no centro favorece uma visita rápida. Além disso, caminhar pelas ruas que foram projetadas há séculos é sentir que a caminhada torna o passeio uma volta ao passado.

    Mas, se o cansaço bater, a companhia de transporte local oferece um excelente serviço de transporte público. São mais de cem linhas de ônibus convencionais e mais alguns outros movidos a eletricidade que circulam pelo centro histórico e arredores da cidade.

    Se locomover de trem também é fácil. A estação Central de Santa Maria Novella é a mais importante de Florença e recebe trens de diferentes cidades da Itália e da Europa. Ela está situada no centro, o que permite fácil acesso aos diferentes pontos turísticos da cidade.

    No quesito segurança, Florença é considerada uma cidade segura. Mas, ainda assim, os cuidados básicos são recomendados, como não reagir em casos de furtos ou assaltos, não expor objetos pessoais e de valor em locais ermos e desertos. Em caso de problemas, procure alguma autoridade policial ou guardas.

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A cidade de Florença, Enviado por sueli_souza

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