Cajueiro de Pirangi

Cajueiro de Pirangi

- Visão Geral

O cajueiro da cidade de Pirangi, popularmente conhecido como “O Polvo”, no Rio Grande do Norte, é considerado o maior do mundo desde 1994, quando entrou oficialmente para o Guiness Book, o livro dos recordes.

De acordo com a história, ele teria mais de cem anos de existência e teria sido plantado por um pescador chamado Luiz Inácio de Oliveira. O lugar em que está localizado seria um sítio de propriedade de um dos primeiros prefeitos da cidadezinha.

O cajueiro é um fenômeno da natureza atípico, pois sofre de uma anomalia genética. Atualmente, ele cobre uma área de 8.500 metros quadrados e atinge um perímetro de 500 metros. Por ano, ele produz cerca de 70 mil frutos e o seu crescimento não para, tanto que as raízes que nascem dos galhos chegam a atingir 10 metros de profundidade.

De acordo com pesquisas, ele se tornou gigante porque seus galhos cresceram exageradamente até encostar no chão, onde criaram raízes, se aprofundaram e se expandiram horizontalmente. A impressão que se tem é que existem várias árvores, mas na verdade só existem duas. A primeira é a gigante, que cobre 95% da área. A segunda é um cajueiro mais antigo, plantado anos antes e que não sofre da anomalia.

- Localização

O cajueiro está localizado na praia de Pirangi do Norte, que fica na cidadezinha de Parnamirim, distante apenas 12 quilômetros de Natal, capital do Rio Grande do Norte. Ao redor do cajueiro existe a praia, residências e o comércio local.

- O que fazer

A principal atividade é se emaranhar entre os “tentáculos” do “Polvo”, como são apelidados os galhos e o próprio cajueiro. Cobrindo uma gigantesca área, é possível não só conhecer o gigantismo de uma única árvore, como também dá pra subir em um mirante de 6 metros de altura e admirar a vista panorâmica da cidade.

Para visitar o parque é cobrada uma entrada cujo valor é simbólico e ajuda na manutenção e na limpeza do lugar. Existem guias que falam dois idiomas e explicam as características do cajueiro. Fora do parque, há diversos quiosques vendendo água, lanches e lembranças.

- Quando visitar

A melhor época para se visitar é entre novembro e janeiro, quando o cajueiro produz deliciosos cajus. As frutas não são vendidas e os visitantes podem saborear à vontade.

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