Marrakech, Marrocos•
Avaliações e Dicas - Marrakech
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1 avaliação.
1 foto em 1 lugar.
Thais Regina escreveu:
Um lugar Mágico
- Destino visitado em Janeiro de 2011
- Avaliação feita em 14 de Novembro de 2011
•Marrakech exótica, mágica, surpreendente e inesquecível, te transporta ao mundo mágico, com seus micos, odaliscas, músicas, odores e múltiplos sabores. Suas vielas de coloridos artesanatos, sua medina que se assemelha a uma escultura gigante, charretes, camelos, henas artísticas, museus, montanhas nevadas e é lá que você encontrará a incomparável PRAÇA JEMAA EL-FNA, considerada o maior restaurante ao céu aberto para o livro dos recordes e para mim o melhor cenário para se encontrar o AMOR.
Nota Média 5Excelente "Superou as expectativas!"
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Beatriz Zangerolami escreveu:
Marrakech, magia pura
- Destino visitado em Dezembro de 2010
- Avaliação feita em 19 de Outubro de 2011
•Marrakech não é simplesmente um destino de viagem. É pura emocão e muita magia, praca da cidade com cores e aromas indescritíveis, jardim Majorelle, um passeio imperdível !!! Passeio de carruagem, demais, comidas, mercado, lugar com passado e ao mesmo tempo , destino de pessoas do mundo inteiro, que circulam pela praca observando comidas exóticas, encantadores de serpentes, músicas africanas, dancas e tudo o mais. Não deixe de viver essa experiencia, é na verdade uma experiencia de vida, e, acima de tudo uma vivencia cultural.
Altamente recomendável !!!
Nota Média 5Excelente "Superou as expectativas!"
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3 fotos em 1 lugar.
Rchris escreveu:
Cidades Imperiais de Marrocos, mistérios e tradições!
- Destino visitado em Outubro de 2011
- Avaliação feita em 19 de Outubro de 2011
•Ao planejar a viagem para Marrocos, país mulçumano com cultura e hábitos completamente diferentes dos nossos, fui alertada para ter muita precaução.
Mas fui surpreendida, pois o Marrocos é um mergulho num mundo de cores, cheiros, sabores e mistérios milenares.
O roteiro, através de uma agência de viagens e sempre acompanhada por guias locais, foi por 1 semana, chegando e saindo por Casablanca, descobrir as histórias e desvendar os mistérios, das chamadas Cidades Imperiais: Rabat, Meknes, Fes e Marrakesh, diferentes entre si, mas cheias de riqueza e cultura. Por exemplo, cada uma tem uma cor específica e nenhum prédio pode ser pintado em outra tonalidade. Casablanca é toda branca, Marrakech é ocre, Fes é azul.
As cidades são divididas em duas: as medinas, parte antiga localizada dentro de uma área murada e protegida, que mantém ruas estreitas e sinuosas e os famosos mercados, chamados souks, onde podem ser encontrados todos os tipos de produtos, e a parte nova que foi construída além dos muros.
Como pontos imperdíveis, destaco em Casablanca, a Mesquita Hassan II, segunda maior do mundo e uma das poucas que podemos visitar, a Medina de Fes, onde foram filmadas algumas cenas da novela O Clone e onde conseguimos sentir toda a cultura e forma de vida do povo, as Ruínas romanas de Volubilis, em Meknes e a Praça Djemaa El Fna, em Marrakesh, um dos maiores souks do país, com ruas confusas, onde circulam carros, charretes, cavalos, bicicletas e pessoas e onde encontramos os encantadores de serpentes, artistas, barracas que vendem comidas típicas, principalmente o tradicional suco de laranja, e onde entramos em êxtase com cheiros e temperos carregados de especiarias.
Não deixem de experimentar o famoso Couscous Marroquino, o Tagine e a carne de carneiro! Como sobremesa, na maioria das vezes, frutas: uva, banana, um delicioso pedaço de melão e laranjas inteiras e com cascas.
Realmente devem ser evitadas as compras nos ambulantes, porque eles te acompanham por muitos e muitos metros, insistindo e tentando negociar o preço. Aliás, pechinchar é um hábito lá e deve ser respeitado, até nas lojas. Eles começam pedindo alto por saberem que vão negociar! Falando em compras, vejam com atenção os tapetes, as cerâmicas, couro, bijouterias, os objetos típicos. Dá vontade de levar tudo para casa!!
Num mundo tão diferente, queremos muitos registros fotográficos, mas os marroquinos não gostam de ser fotografados. Podem aceitar se pedirmos autorização e pagarmos algumas moedas pela foto. Se tentarem bater uma foto na base do "jeitinho", eles viram acintosamente de costas ou veem atrás cobrando o preço da foto.
Apesar da proximidade geográfica com o mundo ocidental, Marrocos mantém suas tradições, mas não é um país extremamente radical. Como exemplo, as mulheres mulçumanas preservam as vestimentas tradicionais e mantém hábitos como não freqüentar bares, mas os turistas não se sentem deslocados no seu meio.
Entretanto, por respeito à cultura local, devem ser evitadas vestimentas curtas, transparentes ou excessivas, mas não tive problema com jeans, bermudas e camisetas, principalmente na época de verão!
Para as mulheres: eu recebi recomendação de evitar observar e olhar diretamente para os homens mulçumanos e, como segui a observação, não posso dizer o contrário!
A comunicação foi fácil, o povo, acolhedor e simpático, entende bem algumas línguas como espanhol, inglês, italiano e fala bem o árabe e francês. A moeda local e o Euro são bem aceitos e tente sempre ter dinheiro trocado.
Mergulhar em um mundo de mistérios milenares, degustar tudo que a culinária marroquina oferece, aceitar os tradicionais chás de menta oferecidos, se deslumbrar com farto e colorido comércio, fazer um passeio de dromedário, assistir o show de dança do ventre, aprender um pouco das tradições e da cultura mulçumana, são ícones que fazem de Marrocos um local inesquecível.
Nota Média 5Excelente "Superou as expectativas!"
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reneeferri escreveu:
Extraordinária Marrakesh
- Destino visitado em Abril de 2007
- Avaliação feita em 9 de Dezembro de 2010
•A primeira impressão que tive ao chegar a Marrakesh, uma das cidades mais
famosas do Marrocos, foi que eu havia entrado em uma espaçonave e sido transportada
para outro planeta, onde tudo era completamente diferente do que eu sempre conheci.
Era noite, mais ou menos onze horas, e tentávamos encontrar o endereço do albergue
que estava reservado. O que eles chamavam de ruas, eram becos assustadores, o que
eles chamavam de mercado era um emaranhado de vendedores ambulantes gritando e
olhando com avidez para todos os gringos possivelmente endinheirados que passavam.
Havia apenas homens na rua, e todos eles pareciam me observar com tal intensidade
que parecia que apenas sob o poder desses olhares, minhas roupas iam se soltar do meu
corpo.
Mas logo me acostumei e já estava à vontade para pechinchar por uma garrafa
de água mineral ou até mesmo para usar o banheiro. Aprendi palavras básicas em
árabe como obrigado (que se diz chucrã, e se escreve de uma forma impossível de
decifrar). Passei a usar lenço da cabeça para evitar os olhares perniciosos dos homens
que parecem ficar petrificados diante do modo de vestir das mulheres ocidentais. Visitei
várias cidades andando em ônibus que caíam aos pedaços e passei uma noite em uma
tenda nômade do deserto do Saara.
Apesar do choque cultural e da pobreza que muito se vê nesse país, também
há muito com o que se admirar. A partir do momento em que nos permitimos aceitar
a diferença que existe entre as culturas, observamos que a maioria dos muçulmanos
exerce seus deveres religiosos e sociais com paixão e seriedade. Não vou negar
que existem práticas adotadas por essa religião que são condenáveis e contrariam
ideais básicos dos direitos humanos, em sua maioria relacionadas à mulher, como a
discriminação e submissão obrigatória e a circuncisão feminina. Também é impossível
ignorar o fanatismo prejudicial e o fundamentalismo que alimentam grupos terroristas
que atuam pelo mundo. Mas desde a arquitetura das mesquitas, até o chamado para
orações diárias que se houve em alto falantes colocados pela rua; tudo isso tem um
quê de fascinante. Não sei se é excentricidade quando equiparada com as nossas boas
e velhas igrejas decoradas com cruzes e padres. Ou talvez seja a mágica dos incensos,
tâmaras, pulseiras, músicas e os desenhos que representam o alfabeto. O fato é que faz
um bem danado enfrentar uma sociedade onde se possa entender que tem gente que vive
diferente e vive bem. Essa viagem fez com que eu enriquecesse meu modo de pensar
sobre o islamismo.
Nota Média 5Excelente "Superou as expectativas!"
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